
Hoje é noite de música e moda no Jóquei Clube do Rio de Janeiro. Na 1ª edição brasileira do Fashion Rocks tem Alexandre Herchcovitch, André Lima, Donatella Versace, Francisco Costa (Calvin Klein), Lenny Niemeyer, Lino Villaventura, Marc Jacobs, Riccardo Tisci (Givanchy); Ciara, Daniela Mercuri, Diddy Combs, Estelle, Grace Jones, Mariah Carey, Stop Play Moon e Wanessa & Ja Rules.
Ontem, houve uma palestra no Teatro Oi Casa Grande com o diretor de criação e produtor executivo internacional do evento, Jason Herbert, o produtor nacional do evento Paulo Borges (diretor do RJ e do SPFW), a estilista Lenny Niemeyer e a mediadora do encontro, Alexandra Farah.
Eu fui e anotei muito do que foi dito por lá.
Borges é o responsável por organizar a "moda" brasileira. Seu maior talento, segundo ele mesmo, "é ouvir as partes e somar, estabelecendo um patamar de qualidade elevado". Que delicadeza e humildade; em outras palavras, Paulo é muito "fofo".
Para Herbert (outra simpatia), este é "um show complexo, mistura de fãs e música e uma fusão de processos criativos."
O diretor dos 5 F.Rocks mundiais considera esta 1ª integração de um evento internacional com outra cultura - a brasileira - "um evento unique".
A (elegantíssima) estilista Lenny falou que a moda praia foi o carro "abre alas" responsável por levar a moda brasileira ao mercado externo. E que "pela 1ª vez vou conseguir assistir ao meu desfile da platéia".
A conclusão de Paulo Borges sobre o que é a moda hoje, foi esclarecedora: moda é entretenimento.
A roupa é apenas a parte industrial do complexo universo "moda". Moda é informação.
E o setor moda emprega: só no back stage desta "celebração" de 1 noite trabalharam 2.000 pessoas (num evento como as Fashion Weeks - que duram 1 semana - trabalham 2.500).
Esses números foram usados para explicar a uma moça da platéia "inconformada" (para dizer o mínimo) com o preço dos ingressos (a meia entrada mais barata custa quase R$500) o porquê da cifra.
Ela clamava por ingressos a preços reduzidos para estudantes de moda.
Fiquei tão pasma (eu e muitos) que quase perguntei a ela se, caso fosse à Daslu, exigiria "etiquetas com preço especial para estudante".
Depois de cerca de 1 hora e algum bate boca nada fashion, o workshop - com previsão inicial de 2 horas de duração - foi encerrado.
Antes, porém, houve um sorteio, e 3 ou 4 felizardos (não eu!) ganharam ingressos para a celebrar a "moda que arraza".
Jason garantiu que ano que vem tem mais. E que se sentirá honrado por voltar ao Brasil.
A quem quiser assistir ao show, direto do seu "lar doce lar", a entrada vip é grátis: basta entrar na página da Oi.
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